MARCAS

    • ALEXANDER

      Grappa Alexander é a garrafa mais vendida da marca Alexander. Destilado com uma qualidade importante, é o resultado peculiar de uma mistura dos bagaços Pinot, Tocai e Glera, uvas que são particularmente difundidas na região Veneto, Itália, e que dão origem a vinhos de prestígio, muito apreciados no mundo dos vinhos.

    • “R” de RUINART

      Pertencente à Casa mais antiga de Champagne do Mundo, o vinho assinatura R Ruinart é composto por 40% Chardonnay, 40% a 45% de Pinot Noir e 10% a 15% de Pinot Meunier. Entre 25% a 30% dos vinhos utilizados neste “blend” são vinhos reserva dos dois anos anteriores. Fresco e equilibrado, é o champanhe perfeito para aperitivo mas também pode ser usado para “pairing” em entradas leves e refrescantes. Ao nível de vinificação: colheita feita à mão. Fermentação em tanques de aço inoxidável com temperatura regulada. Fermentação maloláctica completa. Apenas 9 gramas de açúcar por litro, é o verdadeiro champanhe Brut.

    • RUINART BLANC DES BLANCS

      Pertencente à Casa mais antiga de Champagne do Mundo, Ruinart Blanc des Blancs é composto por 100% Chardonnay de vários anos (20% a 25% dos quais são vinhos reserva dos 2 anos anteriores). Conhecido pela sua Frescura Aromática, a grande maioria das uvas Chardonnay provêm de vinhas Premiers Crus de Côte des Blancs e Montagne de Reims, para uma maior “finesse” aromática, complementado por uvas de Sézannais conhecidas pela sua capacidade de evolução. Por último, estão também presentes neste blend uvas do norte do Vale Vesle dão um toque leve e fresco. Ao nível de vinificação: colheita feita à mão. Fermentação em tanques de aço inoxidável com temperatura regulada. Fermentação maloláctica completa. Apenas 9 gramas de açúcar por litro, é o verdadeiro champanhe Brut.

    • RUINART ROSÉ

      Pertencente à Casa mais antiga de Champagne do Mundo, Ruinart Rosé é composto por uma base de Chardonnay e de Pinot Noir. Na sua maioria são apenas utilizadas uvas classificadas como Premiers Crus, com 20% a 25% provenientes de reservas dos 2 anos anteriores. A sua composição são 45% uvas Chardonnay provenientes das vinhas Côte des Blancs e Montagne de Reims; e 55% de uvas Pinot Noir provenientes da Montagne de Reims e de vinhas Vallée de la Marne, das quais 18% a 19% são vinificadas em tinto. Ao nível de vinificação: colheita feita à mão. Fermentação em tanques de aço
      inoxidável com temperatura regulada. Fermentação maloláctica completa. Apenas 9 gramas de açúcar por litro, é o verdadeiro champanhe Brut.

    • DOM RUINART BLANC DES BLANCS

      Pertencente à Casa mais antiga de Champagne do Mundo, o vintage Dom Dom Ruinart Blanc des Blancs é feito inteiramente de Chardonnay Grands Crus: 69% da Côte des Blancs (predominantemente de Chouilly, Avize e Le Mesnil) e 31% da encosta norte de Montagne de Reims (predominantemente Sillery e Puisieulx). Esta é uma combinação perfeita que dá a este vintage
      a sua estrutura leve e delicada. Ao nível de vinificação: colheita feita à mão. Fermentação em tanques de aço inoxidável com temperatura regulada (18º – 20º). Fermentação maloláctica completa. Apenas 5,5 gramas de açúcar por litro, é o verdadeiro champanhe Brut.

    • DOM RUINART VINTAGE ROSE

      Pertencente à Casa mais antiga de Champagne do Mundo, o vintage Dom Ruinart Rose é composto por 80% Grand Cru Chardonnay – 72% de uvas proveniente de Côte des Blancs (Avize, Cramant, Le Mesnil-sur-Oger) e 28%provenientes da Montagne de Reims (Puisieulx, Sillery) . Restantes 20% são Pinot Noir vinificado em tinto, de uvas Cru provenientes de Sillery e Verzenay. Ao nível de vinificação: colheita feita à mão. Fermentação em tanques de aço inoxidável com temperatura regulada (18º – 20º). Fermentação maloláctica completa. Apenas 5,5 gramas de açucar por litro, é o verdadeiro champanhe Brut.

    • MARQUÊS DE BORBA COLHEITA TINTO

      Uma das marcas mais emblemáticas de João Portugal Ramos, Marquês de Borba alia a tradição do Alentejo a uma enorme qualidade, presente desde a primeira colheita da marca em 1997. O nome surge da feliz coincidência das vinhas e adega de João Portugal Ramos estarem localizadas na sub-região de Borba, e de um tio ter o título nobiliárquico Marquês de Borba, título este criado em 1811.
      Uma parte das uvas é fermentada em lagares de mármore e as restantes em cubas de inox com controle de temperatura. Estágio de 6 meses em meias pipas de carvalho francês e americano, de segundo e terceiro ano.

    • MARQUÊS DE BORBA COLHEITA BRANCO

      Uma das marcas mais emblemáticas de João Portugal Ramos, Marquês de Borba alia a tradição do Alentejo a uma enorme qualidade, presente desde a primeira colheita da marca em 1997. O nome surge da feliz coincidência das vinhas e adega de João Portugal Ramos estarem localizadas na sub-região de Borba, e de um tio ter o título nobiliárquico Marquês de Borba, título este criado em 1811.

    • DUORUM COLHEITA TINTO

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      Maturação/ “Elevage” em barricas de 225 e 300 litros, de carvalho francês (novo 30%, usado de 2º e 3º ano 70%) durante 12 meses.

    • DUORUM COLHEITA BRANCO

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      À chegada à adega, as uvas do Duorum Colheita Branco são conservadas a baixa temperatura, durante 48h. Depois de desengaçadas as uvas são prensadas, seguindo-se a fermentação alcoólica. Cerca de 30% do lote é fermentado em barricas, de carvalho francês. A restante parte fermenta em cubas de inox, a temperatura controlada, entre 14 e 16ºC.

    • DUORUM RESERVA

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      Maturação/ “Elevage” em barricas de 225 e 300 litros, de carvalho francês (novo 30%, usado de 2º e 3º ano 70%) durante 12 meses.

    • DUORUM O.LEUCURA

      Nas encostas do Vale do Douro a altitude faz a diferença e imprime o carácter e personalidade às uvas e vinhos.
      Na Quinta de Castelo Melhor, O.Leucura ganha nome de Oenanthe Leucura ou Chasco Preto, uma ave rara e em vias de extinção. Pela sua raridade, constitui um tesouro para qualquer observador de aves nacional ou internacional e é hoje protegido pela política de sustentabilidade e biodiversidade da Duorum, pioneira no Douro na adesão à rede europeia Business & Biodiversity.
      Esta ave encontrou nos terrenos da Duorum um dos seus refúgios a nível nacional. E foi precisamente nestes terrenos que encontrámos o melhor vinho da Duorum, que homenageia não só a Diversidade como a Biodiversidade deste projeto.
      Estágio em barricas de 225 litros de carvalho francês durante um período de cerca de 24 meses, de acordo com cada lote e casta. Utilização de 70% de barricas de carvalho novo e 30% de carvalho de segundo e terceiro ano.

    • DUORUM PORTO LBV

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      No sentido de otimizar a qualidade e o perfil desejado, procedeu-se a uma criteriosa selecção qualitativa da aguardente que se diferenciou pela sua elegância organoléptica. Este lote de aromas em conjunto com os provenientes da forte extracção origina a intensidade e elegância próprias de um LBV. Maturação/Elevage em vasilhas de Carvalho Francês usadas de 640 litros durante 2 anos.

    • DUORUM PORTO VINTAGE

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      No sentido de optimizar a qualidade e o perfil desejado, procedeu-se a uma criteriosa selecção qualitativa da aguardente que se diferenciou pela sua elegância organoléptica originando uma intensidade e elegância próprias de um Vintage Clássico. Maturação/Elevage em vasilhas de carvalho usadas de 640 litros. Durante este período o vinho é sujeito a trasfegas, análises e provas que permitem acompanhar a sua evolução e definir o lote final.

    • DUORUM PORTO QUINTA CASTELO MELHOR

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      As uvas provenientes de vinhas velhas, a maioria das quais com cerca de 100 anos, são selecionadas à chegada da adega.
      Estágio em barricas de 225 e 300 litros de carvalho francês durante um período de 18 meses. Utilização de 70% de barricas de carvalho novo e 30% de carvalho de segundo e terceiro ano.

    • TONS DE DUORUM TINTO

      O reflexo do sol no Rio Douro, que origina as diferentes tonalidades nas vinhas, foi o que inspirou a escolha do nome Tons de Duorum. Este é um vinho que exprime todo o terroir da fantástica região do Douro, resultante da interação da natureza e do trabalho do homem.

    • TONS DE DUORUM BRANCO

      O reflexo do sol no Rio Douro, que origina as diferentes tonalidades nas vinhas, foi o que inspirou a escolha do nome Tons de Duorum. Este é um vinho que exprime todo o terroir da fantástica região do Douro, resultante da interação da natureza e do trabalho do homem.

    • TONS DE DUORUM ROSÉ

      O reflexo do sol no Rio Douro, que origina as diferentes tonalidades nas vinhas, foi o que inspirou a escolha do nome Tons de Duorum. Este é um vinho que exprime todo o terroir da fantástica região do Douro, resultante da interação da natureza e do trabalho do homem.

    • CASA DA PASSARELLA A DESCOBERTA TINTO

      Fermentado em cuba de inox e lagar com temperatura controlada. Pequena percentagem do lote estagia em barrica usada de carvalho francês.

    • CASA DA PASSARELLA A DESCOBERTA BRANCO

      Maceração pré-fermentativa, fermentação e battonage em cuba de inox

    • CASA DA PASSARELLA A DESCOBERTA ROSE

      Bica aberta, fermentação com temperatura controlada

    • PIPER-HEIDSIECK CUVÉE BRUT

      Piper-Heidsieck Brut é um clássico estruturado, encorpado e frutado é composto por uma maioria de Pinot Noir, mais de cem crus de Champagne e Pinot Meunier da região de Petite Montagne de Reims.

    • PIPER-HEIDSIECK ROSÉ SAUVAGE

      Champagne de eleição de figuras tão marcantes como Maria Antonieta e Marylin Monroe. Piper-Heidsieck Rosé Sauvage é a combinação de cuveés brut e rosé, com grande presença de Pinot Noirs, mais de cem crus de Pinot Meunier da região de Petite Montagne em Reims

    • PIPER-HEIDSIECK RIVIERA

      Piper Heidsieck é o produtor do Piper-Heidsieck Riviera, um Champagne perfeito para o verão e alinhado com as tendência actuais. A sua graduação alcoólica é de 12º e deve ser consumido num copo com gelo.

    • PIPER-HEIDSIECK ESSENTIEL CUVÉE BRUT

      Essentiel foi criado para ser o Extra-Brut de referência da Maison Piper-Heidsieck. Um vinho vigoroso e vibrante que se dá tanto a frutas brancas como a mariscos.

    • PIPER-HEIDSIECK CUVÉE SUBLIME

      Piper-Heidsieck Sublime é um demi-sec estruturado, encorpado e rico em frutas frescas. Este cuvée é enaltecido por um período de envelhecimento prolongado.

    • PIPER-HEIDSIECK VINTAGE 2008

      Neste cuvée Vintage encontramos uma interpretação única do tradicional equilíbrio de castas Chardonnay e Pinot Noir, subtilmente amadurecidas e colhidas de vinte crus rigorosamente seleccionados

    • RARE VINTAGE

      Rare Vintage é sinónimo de champanhe de excepção. Tendo já recebido diversos prémios internacionais. Este Vintage brilhante de tom dourado é um contraste rico de aromas e sabores.

    • POUCA ROUPA TINTO

      Nome invulgar utilizado em vários sentidos, é também o nome do monte alentejano onde está implantada a vinha que dá origem a este vinho. Pouca Roupa é também um apelido muito comum no Alentejo. Este é um vinho jovem e irreverente, pensado e criado pelo filho do enólogo João Portugal Ramos – João Maria Ramos, para um público mais ousado…

    • POUCA ROUPA BRANCO

      Nome invulgar utilizado em vários sentidos, é também o nome do monte alentejano onde está implantada a vinha que dá origem a este vinho. Pouca Roupa é também um apelido muito comum no Alentejo. Este é um vinho jovem e irreverente, pensado e criado pelo filho do enólogo João Portugal Ramos – João Maria Ramos, para um público mais ousado…

    • POUCA ROUPA ROSÉ

      Nome invulgar utilizado em vários sentidos, é também o nome do monte alentejano onde está implantada a vinha que dá origem a este vinho. Pouca Roupa é também um apelido muito comum no Alentejo. Este é um vinho jovem e irreverente, pensado e criado pelo filho do enólogo João Portugal Ramos – João Maria Ramos, para um público mais ousado…

    • CASA DA PASSARELLA VILLA OLIVEIRA TINTO

      Vindima manual de touriga nacional proveniente de uma vinha muito velha. Vinificação em lagar de cimento com maceração pré e pós-fermentativa. Estagia 12 meses em barricas usadas de carvalho francês.

    Start typing and press Enter to procurar

    Shopping Cart

    Nenhum produto no carrinho.