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MARQUÊS DE BORBA COLHEITA BRANCO
Uma das marcas mais emblemáticas de João Portugal Ramos, Marquês de Borba alia a tradição do Alentejo a uma enorme qualidade, presente desde a primeira colheita da marca em 1997. O nome surge da feliz coincidência das vinhas e adega de João Portugal Ramos estarem localizadas na sub-região de Borba, e de um tio ter o título nobiliárquico Marquês de Borba, título este criado em 1811.
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LOIOS TINTO
Loios é um vinho produzido no Alentejo e o seu nome deriva do título que no século XV foi atribuído aos membros da ancestral Congregação de Padres da Ordem de S. João Evangelista. Mais conhecidos por Loios, estes monges sempre estiveram profundamente ligados à história do Alentejo e em particular aos vinhos. E é em sua memória que nasce este vinho, produzido a partir de castas tradicionais da região.
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LOIOS BRANCO
Loios é um vinho produzido no Alentejo e o seu nome deriva do título que no século XV foi atribuído aos membros da ancestral Congregação de Padres da Ordem de S. João Evangelista. Mais conhecidos por Loios, estes monges sempre estiveram profundamente ligados à história do Alentejo e em particular aos vinhos. E é em sua memória que nasce este vinho, produzido a partir de castas tradicionais da região.
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JOÃO PORTUGAL RAMOS ALVARINHO
Em 2012, João Portugal Ramos rumou ao Norte. Elegeu a sub-região de Monção e Melgaço, na região dos Vinhos Verdes, para abraçar um novo projeto onde o “terroir” lhe permite produzir estes vinhos elegantes e sedutores que têm tido uma crescente procura, tanto no mercado nacional como além-fronteiras.
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JOÃO PORTUGAL RAMOS LOUREIRO
Em 2012, João Portugal Ramos rumou ao Norte. Elegeu a sub-região de Monção e Melgaço, na região dos Vinhos Verdes, para abraçar um novo projeto onde o “terroir” lhe permite produzir estes vinhos elegantes e sedutores que têm tido uma crescente procura, tanto no mercado nacional como além-fronteiras.
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DUORUM O.LEUCURA
Nas encostas do Vale do Douro a altitude faz a diferença e imprime o carácter e personalidade às uvas e vinhos.
Na Quinta de Castelo Melhor, O.Leucura ganha nome de Oenanthe Leucura ou Chasco Preto, uma ave rara e em vias de extinção. Pela sua raridade, constitui um tesouro para qualquer observador de aves nacional ou internacional e é hoje protegido pela política de sustentabilidade e biodiversidade da Duorum, pioneira no Douro na adesão à rede europeia Business & Biodiversity.
Esta ave encontrou nos terrenos da Duorum um dos seus refúgios a nível nacional. E foi precisamente nestes terrenos que encontrámos o melhor vinho da Duorum, que homenageia não só a Diversidade como a Biodiversidade deste projeto.
Estágio em barricas de 225 litros de carvalho francês durante um período de cerca de 18 meses, de acordo com cada lote e casta. Utilização de 70% de barricas de carvalho novo e 30% de carvalho de segundo e terceiro ano. -
ESTREMUS
Estremus surge da vontade de associar o vinho à sua vinha de origem, na sombra do Castelo de Estremoz, como também de mostrar e fazer referência a uma extrema qualidade e elegância, fruto de uma procura incessante em criar um vinho único e distinto, com garrafas numeradas, para quem procura a raridade. Edição limitada de 1953 garrafas.
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DUORUM RESERVA
Duorum Reserva é a expressão do Douro na sua forma mais elegante e autêntica. Produzido a partir de uma criteriosa seleção de uvas provenientes de vinhas velhas, na sua maioria com mais de 50 anos. Este vinho reflete o equilíbrio entre tradição e inovação que define a Duorum. Com grande concentração e complexidade, revela profundidade aromática, estrutura e frescura, resultando num perfil harmonioso e distinto. Um vinho que traduz o caráter único da região duriense e a procura constante da excelência, pensado para quem valoriza vinhos de grande personalidade e capacidade de evolução.
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DUORUM COLHEITA TINTO
Duorum Colheita tinto 2023, é um blend de Touriga Franca, Touriga Nacional e Sousão. Um vinho de cor rubi intensa com tonalidades violeta. Aroma intenso, fresco e estruturado, onde dominam os frutos maduros, como ameixa preta e cassis, alguns aromas florais a violeta e aromas terciários provenientes da sua élevage em barrica. Possui taninos firmes, maduros e uma acidez equilibrada, que estando bem envolvidos no grande volume e corpo, confere um final longo, elegante e bem definido, refletindo o estilo da região e da Duorum. -
DUORUM COLHEITA BRANCO
Duorum Colheita branco 2024, é um blend das castas Gouveio, Arinto e Rabigato. Dono de uma cor amarela-dourada, este vinho apresenta um aroma intenso dominado pela fruta, destacando-se o pêssego e a toranja. Possui uma acidez facilmente percetível, envolvida no volume e corpo do vinho. Estas sensações gustativas, em conjunto com o aroma retro nasal, conferem-lhe personalidade e uma longa persistência final.
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MARQUÊS DE BORBA ROSÉ BRUT NATURAL
Uma das marcas mais emblemáticas de João Portugal Ramos, Marquês de Borba alia a tradição do Alentejo a uma enorme qualidade, presente desde a primeira colheita da marca em 1997. O nome surge da feliz coincidência das vinhas e adega de João Portugal Ramos
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JOÃO PORTUGAL RAMOS ALVARINHO RESERVA Espumante Bruto Natural
Em 2012, João Portugal Ramos rumou ao Norte. Elegeu a sub-região de Monção e Melgaço, na região dos Vinhos Verdes, para abraçar um novo projeto onde o “terroir” lhe permite produzir estes vinhos elegantes e sedutores que têm tido uma crescente procura, tanto no mercado nacional como além-fronteiras. Este foi o primeiro espumante Reserva Bruto Natural feito na região.
As uvas foram vindimadas manualmente e sujeitas a uma prensagem suave à chegada à adega. Após clarificação por decantação estática, ocorreu a fermentação alcoólica a cerca de 15ºC, obtendo-se o vinho base espumante. 15% do lote fermentou em barricas de carvalho francês de 3 e 4 anos onde permaneceu sobre as borras durante 8 meses. Após estabilização tartárica do vinho base, seguiu-se a tiragem para a segunda fermentação em garrafa (método tradicional Champanhes). O estágio em garrafa sobre as borras da segunda fermentação foi de aproximadamente 20 meses. -
1920
A história desta marca nasce da proibição. Corria o ano de 1900 quando foi realizado um pedido enorme de aguardente pelos EUA a Portugal. Passaram alguns anos e nenhum operador queria arriscar até que a centenária empresa portuguesa Carvalho, Ribeiro & Ferreira, decidiu avançar com uma proposta e uniu esforços numa produção altamente inovadora no setor em Portugal, com produção semi-automática. Em conjunto com o cliente americano, após longas conversas, decidiram o nome do produto que se chamaria Kaiser. A produção realizou-se e as garrafas foram todas enviadas para o destino. Pouco tempo depois começou a era da Lei Seca de 1920 e foram muitas delas devolvidas a Portugal. Nascia aqui a proibição. As garrafas não voltaram aos Estados Unidos e a empresa decidiu mudar o seu nome para 1920 em homenagem a este início peculiar de forma a arrancar com uma marca de raiz com o mesmo perfil de qualidade. O 1920 ganhou um enorme destaque nos países europeus devido à sua qualidade passando a ser um dos brandies mais vendidos em Portugal. É a pausa perfeita para muitos portugueses.
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CR&F RESERVA EXTRA
Convidada de excelência em refeições especiais preenchidas por família e amigos. Um presente formal e sentido para ocasiões de maior reverência. As suas origens remontam aos anos 80. Nesses anos existia na casa CR&F um tonel especial de 5.000 litros reservado para os amigos mais próximos da família. Quando o adegueiro principal abriu esse tonel passado uns anos descobriu um líquido único e diferente de tudo o que já tinha provado até então. -
CR&F RESERVA
A mais icónica da casa CR&F. Envelhecida ao longo dos anos em cascos de carvalho, é a perfeita combinação das melhores aguardentes vínicas, que reafirmam o sabor e experiência de um século de tradição. Uma fórmula com um segredo bem guardado por todos os adegueiros que já passaram por esta família desde 1950.
Costuma dizer- se que de Espanha não vem nem bom tempo, nem bom casamento. Mas foi do Porto de Santa Maria, em Jerez de la Frontera , que vieram os melhores e mais bem guardados segredos do envelhecimento de boas aguardentes, descobertos durante um retiro de toda a equipa. O método solera trazido de Jerez pela equipa é utilizado ainda na produção das aguardentes CR&F sendo a única com aprovação IVV em Portugal para o fazer. Uma equipa que é por isso, até hoje, lendária dentro da família CR&F. Sempre que brindamos com esta aguardente, recordamos os 20 tanoeiros desta equipa que trabalharam dia e noite na produção de barricas para que nada falhasse no processo de envelhecimento desta emblemática aguardente.
















