Portugal

    • CR&F RESERVA

      A mais icónica da casa CR&F. Envelhecida ao longo dos anos em cascos de carvalho, é a perfeita combinação das melhores aguardentes vínicas, que reafirmam o sabor e experiência de um século de tradição. Uma fórmula com um segredo bem guardado por todos os adegueiros que já passaram por esta família desde 1950.
      Costuma dizer- se que de Espanha não vem nem bom tempo, nem bom casamento. Mas foi do Porto de Santa Maria, em Jerez de la Frontera , que vieram os melhores e mais bem guardados segredos do envelhecimento de boas aguardentes, descobertos durante um retiro de toda a equipa. O método solera trazido de Jerez pela equipa é utilizado ainda na produção das aguardentes CR&F sendo a única com aprovação IVV em Portugal para o fazer. Uma equipa que é por isso, até hoje, lendária dentro da família CR&F. Sempre que brindamos com esta aguardente, recordamos os 20 tanoeiros desta equipa que trabalharam dia e noite na produção de barricas para que nada falhasse no processo de envelhecimento desta emblemática aguardente.

    • CR&F RESERVA EXTRA

      A Marca Portuguesa CR&F corre o mundo há mais de um século e celebra este ano de 2020 os seus 125 anos de história. Dentro do seu portefolio de icónicas aguardentes tem a Aguardente Reserva Extra. As suas origens remontam aos anos 80. Nesses anos existia na casa CR&F um tonel especial de 5.000 litros reservado para os amigos mais próximos da família. Quando o adegueiro principal abriu esse tonel passado uns anos descobriu um líquido único e diferente de tudo o que já tinha provado até então. E assim, a uma variedade de aguardentes portuguesas, obcecadamente selecionadas com o maior detalhe, junta-se a base deste lote que se mantém intocável ao longo de mais de 30 anos. Aliando um perfume indescritível a um valor incomparável que só o tempo, a confiança e a experiência de CR&F são capazes de conferir. Uma aguardente ideal para estender conversas e momento especiais.

    • CR&F BAGACEIRA

      Dando continuidade à tradição de produzir as mais notáveis Aguardentes de Portugal, a CR&F lança agora no mercado uma Aguardente Bagaceira única que estagiou em antigos Cascos de Vinho do Porto. A Aguardente Bagaceira CR&F é o resultado das prensagem entre um período de 8 a 15 dias, seguindo-se a destilação dos bagaços por um sistema de vapor direto, em colunas de cobre. Parte do lote estagia depois até 2 anos neste cascos de Carvalho de Vinho do Porto. Com uma imagem elegante e diferenciadora, queremos entrar no território das Grappas Italianas, despretensiosas e elegantes.

    • 1920

      A história desta marca nasce da proibição. Corria o ano de 1900 quando foi realizado um pedido enorme de aguardente pelos EUA a Portugal. Passaram alguns anos e nenhum operador queria arriscar até que a centenária empresa portuguesa Carvalho, Ribeiro & Ferreira, decidiu avançar com uma proposta e uniu esforços numa produção altamente inovadora no setor em Portugal, com produção semi-automática. Em conjunto com o cliente americano, após longas conversas, decidiram o nome do produto que se chamaria Kaiser. A produção realizou-se e as garrafas foram todas enviadas para o destino. Pouco tempo depois começou a era da Lei Seca de 1920 e foram muitas delas devolvidas a Portugal. Nascia aqui a proibição. As garrafas não voltaram aos Estados Unidos e a empresa decidiu mudar o seu nome para 1920 em homenagem a este início peculiar de forma a arrancar com uma marca de raiz com o mesmo perfil de qualidade. O 1920 ganhou um enorme destaque nos países europeus devido à sua qualidade passando a ser um dos brandies mais vendidos em Portugal. É a pausa perfeita para muitos portugueses.

    • MARQUÊS DE BORBA COLHEITA TINTO

      Uma das marcas mais emblemáticas de João Portugal Ramos, Marquês de Borba alia a tradição do Alentejo a uma enorme qualidade, presente desde a primeira colheita da marca em 1997. O nome surge da feliz coincidência das vinhas e adega de João Portugal Ramos estarem localizadas na sub-região de Borba, e de um tio ter o título nobiliárquico Marquês de Borba, título este criado em 1811.
      Uma parte das uvas é fermentada em lagares de mármore e as restantes em cubas de inox com controle de temperatura. Estágio de 6 meses em meias pipas de carvalho francês e americano, de segundo e terceiro ano.

    • MARQUÊS DE BORBA COLHEITA BRANCO

      Uma das marcas mais emblemáticas de João Portugal Ramos, Marquês de Borba alia a tradição do Alentejo a uma enorme qualidade, presente desde a primeira colheita da marca em 1997. O nome surge da feliz coincidência das vinhas e adega de João Portugal Ramos estarem localizadas na sub-região de Borba, e de um tio ter o título nobiliárquico Marquês de Borba, título este criado em 1811.

    • DUORUM COLHEITA TINTO

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      Maturação/ “Elevage” em barricas de 225 e 300 litros, de carvalho francês (novo 30%, usado de 2º e 3º ano 70%) durante 12 meses.

    • DUORUM COLHEITA BRANCO

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      À chegada à adega, as uvas do Duorum Colheita Branco são conservadas a baixa temperatura, durante 48h. Depois de desengaçadas as uvas são prensadas, seguindo-se a fermentação alcoólica. Cerca de 30% do lote é fermentado em barricas, de carvalho francês. A restante parte fermenta em cubas de inox, a temperatura controlada, entre 14 e 16ºC.

    • DUORUM RESERVA

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      Maturação/ “Elevage” em barricas de 225 e 300 litros, de carvalho francês (novo 30%, usado de 2º e 3º ano 70%) durante 12 meses.

    • DUORUM O.LEUCURA

      Nas encostas do Vale do Douro a altitude faz a diferença e imprime o carácter e personalidade às uvas e vinhos.
      Na Quinta de Castelo Melhor, O.Leucura ganha nome de Oenanthe Leucura ou Chasco Preto, uma ave rara e em vias de extinção. Pela sua raridade, constitui um tesouro para qualquer observador de aves nacional ou internacional e é hoje protegido pela política de sustentabilidade e biodiversidade da Duorum, pioneira no Douro na adesão à rede europeia Business & Biodiversity.
      Esta ave encontrou nos terrenos da Duorum um dos seus refúgios a nível nacional. E foi precisamente nestes terrenos que encontrámos o melhor vinho da Duorum, que homenageia não só a Diversidade como a Biodiversidade deste projeto.
      Estágio em barricas de 225 litros de carvalho francês durante um período de cerca de 24 meses, de acordo com cada lote e casta. Utilização de 70% de barricas de carvalho novo e 30% de carvalho de segundo e terceiro ano.

    • DUORUM PORTO LBV

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      No sentido de otimizar a qualidade e o perfil desejado, procedeu-se a uma criteriosa selecção qualitativa da aguardente que se diferenciou pela sua elegância organoléptica. Este lote de aromas em conjunto com os provenientes da forte extracção origina a intensidade e elegância próprias de um LBV. Maturação/Elevage em vasilhas de Carvalho Francês usadas de 640 litros durante 2 anos.

    • DUORUM PORTO VINTAGE

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      No sentido de optimizar a qualidade e o perfil desejado, procedeu-se a uma criteriosa selecção qualitativa da aguardente que se diferenciou pela sua elegância organoléptica originando uma intensidade e elegância próprias de um Vintage Clássico. Maturação/Elevage em vasilhas de carvalho usadas de 640 litros. Durante este período o vinho é sujeito a trasfegas, análises e provas que permitem acompanhar a sua evolução e definir o lote final.

    • DUORUM PORTO QUINTA CASTELO MELHOR

      DUORUM expressa o terroir da fantástica região do Douro. Expressão latina que significa “de dois”, este é um projeto de dois enólogos – João Portugal Ramos e José Maria Soares Franco, de duas regiões, com uvas de dois terroirs excecionais e protegidos – Cima Corgo e Douro Superior, com uvas de duas altitudes distintas.
      As uvas provenientes de vinhas velhas, a maioria das quais com cerca de 100 anos, são selecionadas à chegada da adega.
      Estágio em barricas de 225 e 300 litros de carvalho francês durante um período de 18 meses. Utilização de 70% de barricas de carvalho novo e 30% de carvalho de segundo e terceiro ano.

    • TONS DE DUORUM TINTO

      O reflexo do sol no Rio Douro, que origina as diferentes tonalidades nas vinhas, foi o que inspirou a escolha do nome Tons de Duorum. Este é um vinho que exprime todo o terroir da fantástica região do Douro, resultante da interação da natureza e do trabalho do homem.

    • TONS DE DUORUM BRANCO

      O reflexo do sol no Rio Douro, que origina as diferentes tonalidades nas vinhas, foi o que inspirou a escolha do nome Tons de Duorum. Este é um vinho que exprime todo o terroir da fantástica região do Douro, resultante da interação da natureza e do trabalho do homem.

    • TONS DE DUORUM ROSÉ

      O reflexo do sol no Rio Douro, que origina as diferentes tonalidades nas vinhas, foi o que inspirou a escolha do nome Tons de Duorum. Este é um vinho que exprime todo o terroir da fantástica região do Douro, resultante da interação da natureza e do trabalho do homem.

    • CASA DA PASSARELLA A DESCOBERTA TINTO

      Fermentado em cuba de inox e lagar com temperatura controlada. Pequena percentagem do lote estagia em barrica usada de carvalho francês.

    • CASA DA PASSARELLA A DESCOBERTA BRANCO

      Maceração pré-fermentativa, fermentação e battonage em cuba de inox

    • CASA DA PASSARELLA A DESCOBERTA ROSE

      Bica aberta, fermentação com temperatura controlada

    • POUCA ROUPA TINTO

      Nome invulgar utilizado em vários sentidos, é também o nome do monte alentejano onde está implantada a vinha que dá origem a este vinho. Pouca Roupa é também um apelido muito comum no Alentejo. Este é um vinho jovem e irreverente, pensado e criado pelo filho do enólogo João Portugal Ramos – João Maria Ramos, para um público mais ousado…

    • POUCA ROUPA BRANCO

      Nome invulgar utilizado em vários sentidos, é também o nome do monte alentejano onde está implantada a vinha que dá origem a este vinho. Pouca Roupa é também um apelido muito comum no Alentejo. Este é um vinho jovem e irreverente, pensado e criado pelo filho do enólogo João Portugal Ramos – João Maria Ramos, para um público mais ousado…

    • POUCA ROUPA ROSÉ

      Nome invulgar utilizado em vários sentidos, é também o nome do monte alentejano onde está implantada a vinha que dá origem a este vinho. Pouca Roupa é também um apelido muito comum no Alentejo. Este é um vinho jovem e irreverente, pensado e criado pelo filho do enólogo João Portugal Ramos – João Maria Ramos, para um público mais ousado…

    • CASA DA PASSARELLA VILLA OLIVEIRA TINTO

      Vindima manual de touriga nacional proveniente de uma vinha muito velha. Vinificação em lagar de cimento com maceração pré e pós-fermentativa. Estagia 12 meses em barricas usadas de carvalho francês.

    • CASA DA PASSARELLA VILLA OLIVEIRA EDIÇÃO 125 ANOS TINTO

      Edição comemorativa dos 125 anos da casa da Passarella. Selecção das castas mais representativas nas vinhas velhas da Casa da Passarella vinificadas em lagar de cimento, com estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês de 225L.

    • CASA DA PASSARELLA VILLA OLIVEIRA 1ª EDIÇÃO 2010-2015 BRANCO

      Vinho branco da casta encruzado sem indicação de ano de colheita. Guardamos 1 barrica de 225L em cada ano de colheita entre 2010 e 2015. Após engarrafamento, estagia em garrafa por 24 meses antes de sair para o mercado.

    • CASA DA PASSARELLA VILLA OLIVEIRA PEDRAS ALTAS TINTO

      Ampla gama de castas autótone vinificadas em lagares de cimento. Vinho proveniente de uma parcela de uma das zonas mais altas da vinha muito velha da Casa da Passarella. Estagia 18 meses em barricas de carvalho francês.

    • CASA DA PASSARELLA VILLA OLIVEIRA ENCRUZADO BRANCO

      Inicio de fermentação em curtimenta, com final em barrica. Estagia 9 meses em barrica usada em contacto com borras finas. 2 anos de estágio em garrafa.

    • LOIOS TINTO

      Loios é um vinho produzido no Alentejo e o seu nome deriva do título que no século XV foi atribuído aos membros da ancestral Congregação de Padres da Ordem de S. João Evangelista. Mais conhecidos por Loios, estes monges sempre estiveram profundamente ligados à história do Alentejo e em particular aos vinhos. E é em sua memória que nasce este vinho, produzido a partir de castas tradicionais da região.

    • LOIOS BRANCO

      Loios é um vinho produzido no Alentejo e o seu nome deriva do título que no século XV foi atribuído aos membros da ancestral Congregação de Padres da Ordem de S. João Evangelista. Mais conhecidos por Loios, estes monges sempre estiveram profundamente ligados à história do Alentejo e em particular aos vinhos. E é em sua memória que nasce este vinho, produzido a partir de castas tradicionais da região.

    • CASA DA PASSARELLA O ENÓLOGO VINHAS VELHAS TINTO

      Vinho proveniente de uma vinha velha com mais de 80 anos, com 24 castas diferentes em field blend. 18 meses de estágio em barricas de 225L usadas.

    • CASA DA PASSARELLA O ENÓLOGO ENCRUZADO

      Vinificação da casta branca “rainha” do Dão com maceração pré-fermentativa. Fermentação e battonage em barrica usada.

    • QUINTA DE FOZ DE AROUCE TINTO

      A Quinta de Foz de Arouce situa-se no concelho da Lousã, na região das Beiras. Está rodeada pelos contrafortes das serras da Lousã e Penela e é banhada pelos rios Arouce e Ceira onde o primeiro desagua. Os antigos documentos existentes na casa referem as propriedades como pertença da família desde o séc. XVIII, sabendo-se que algumas dependências são mais antigas.
      Os atuais proprietários, os Condes de Foz de Arouce, sogros de João Portugal Ramos, procuram manter o espírito hospitaleiro e desprendido com que recebem em sua casa e que caracteriza a verdadeira nobreza lusitana. A produção de vinho é como que a continuação desse espírito que se reflete na sua filosofia comercial: “com bom vinho fazem-se sempre bons e verdadeiros amigos”.
      Estágio de 6 meses em meias pipas de carvalho francês de segundo ano.

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